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Gustavo Bebianno morre em Teresópolis, aos 56 anos, por infarto fulminante

Era pré-candidato à prefeitura do Rio


14/03/2020 08:36

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Gustavo Bebianno, ex-secretário geral da Presidência e pré-candidato a prefeito do Rio pelo PSDB, morreu na madrugada deste sábado (14.mar.2020) depois de sofrer 1 infarto fulminante. Ele tinha 56 anos.

A informação foi divulgada pelo jornal O Globo a partir de declaração de Paulo Marinho, presidente do PSDB no Rio de Janeiro. De acordo com Marinho, Bebianno estava em seu sítio em Teresópolis, acompanhado do filho e de 1 caseiro. Por volta de 4h30, o ex-secretário comunicou ao filho que estava passando mal e se dirigiu ao banheiro para se medicar, mas sofreu uma queda e teve ferimentos na cabeça. Foi levado a 1 hospital da cidade, mas não resistiu.

Ele tinha 56 anos. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo a partir de declaração de Paulo Marinho, presidente do PSDB no Rio de Janeiro. Receba a newsletter do Poder360 seu e-mail De acordo com Marinho, Bebianno estava em seu sítio em Teresópolis, acompanhado do filho e de 1 caseiro.

Por volta de 4h30, o ex-secretário comunicou ao filho que estava passando mal e se dirigiu ao banheiro para se medicar, mas sofreu uma queda e teve ferimentos na cabeça. Foi levado a 1 hospital da cidade, mas não resistiu. O corpo de Bebianno será velado em Teresópolis, em uma capela próxima ao seu sítio.

QUEM FOI GUSTAVO BEBIANNO O ex-ministro nasceu em 18 de janeiro de 1964, na cidade do Rio de Janeiro. Formou-se em Direito pela PUC-Rio e entrou na carreira jurídica por 1 estágio no escritório de Sérgio Bermudes. Bebianno também era e neto do ex-presidente do Botafogo, Adhemar Bebianno, e faixa-preta em jiu-jítsu.

Depois de participar da campanha de Bolsonaro à Presidência da República e integrar o 1º escalão do governo, Bebianno passou por 1 processo de “fritura” –sobretudo por atritos com os filhos do presidente– e acabou demitido.

O ex-ministro deixou o PSL e se filiou ao PSDB a convite do governador de São Paulo, João Doria. Seria o candidato à Prefeitura do Rio pelo partido. Na ocasião da desfiliação de Bebianno, o PSL ainda era a legenda da qual Bolsonaro fazia parte.

Fonte: Poder 360

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